Agosto Lilás e a Indústria do "Entretenimento"


Olá leitor(a). Neste artigo falarei sobre à violência contra a mulher na nossa sociedade. Para começar, neste mês de agosto, é promovido o movimento “Agosto Lilás” para conscientizar a sociedade sobre a violência contra as mulheres e lutar pelo fim desta barbaridade que ocorre nos dias atuais. A pergunta que eu faço é a seguinte: para se combater o mal, devemos ir a raiz do problema e não remediar apenas, então vamos de forma mais precisa descobrir quem está alimentado estas sombras. De tempos para cá, observamos uma tendência machista nas novelas, nas músicas, nos filmes, nos animes e em toda industria do dito “entretenimento”. Vamos aprofundar um pouco mais. No mês de agosto, li um relato de uma magistrada do Recife que fez a seguinte afirmação: “A Rede Globo naturaliza a violência, os abusos e assédios, incentiva o desrespeito, ridiculariza o papel e a posição da mulher e subalterna nossa dignidade." No decorrer do depoimento, ela cita a hipocrisia da emissora em ‘punir' José Mayer por assédio ou afastar Otaviano Costa do extinto Video Show por rir de atitude machista do Big Brother Brasil mas foi a própria Globo que deu exemplos de comportamento subalterno feminino em novelas ou minisséries como Presença de Anita, Laços de Família, Avenida Brasil e Império. Um outro exemplo da industria do entretenimento que alimenta um machismo descarado são os animes. Pesquisei vários títulos que incentivam a mulher como um objeto, que estão a disposição do homem 24 horas por dia, exibições de peças intimas com o intuito de promover humor e até mesmo as fantasias dos machões de plantão, haréns, personagens sapequinhas, tudo para atender os gostos primitivos masculinos. E um último exemplo que eu gostaria de abordar são as músicas que ouvimos atualmente cheio de promiscuidade, luxúria, sem nenhum valor cristão. Cantores e cantoras alegam que isso é uma manifestação artística, que é em favor dos excluídos mas por exemplo: Jesus e seus apóstolos também trabalharam em favor dos ignorados pela sociedade porém em algum momento eles usaram gírias chulas, obscenas para conscientizar uma comunidade? Ou eles expressaram amor e caridade através do Evangelho libertador? Há vários músicos e bandas que utilizaram o seu talento para manifestar esperança, amor e união. Então meus irmãos e minhas irmãs, a conclusão que eu chego sobre esta indústria do "entretenimento" é que não há justificativas para tratar a mulher como subalterna. Tudo isso tem uma característica dentro dos machistas de plantão que é a busca do prazer custe o que custar, às vezes com uma falsa bandeira de atender um grupo excluido mas Jesus nos mostrou que para atender os mais necessitados, é preciso amor e caridade com o próximo e não alimentar nosso ego desenfreado, nosso instinto primitivo. 

 

De bônus, vou passar o link com o relato da magistrada do Recife que critica a hipocrisia de uma emissora de tv a respeito da sua falsa luta contra o machismo. 


https://www.espacovital.com.br/noticias/mensagens-explicitas-e-subliminares-da-globo-abusam-ferem-e-vitimam-mulheres-11-04-2017


Para encerrar este artigo, deixo esta seguinte frase do jornalista britânico George Orwell: A massa mantêm as marcas, as marcas mantêm a mídia e a mídia controla a massa.


Fiquem com Deus. Vitória na Luz Sempre !!!

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